Lázaro Ramos nasceu no dia primeiro de novembro de 1978 em Salvador, na Bahia, onde passou também a infância e adolescência. Começou a se destacar em montagens do Bando de Teatro do Olodum, grupo residente no Teatro Vila Velha. Até 1994, o ator participou de cursos e deu breves pausas na carreira, tendo nesse período feito um curso livre de teatro no colégio Anisio Teixeira, onde realizou espetáculos e leituras dramáticas. Seu primeiro trabalho no cinema foi em JENIPAPO, da diretora Monique Gardenberg. Após vários projetos no teatro, foi voltar a fazer cinema somente em 1998, aparecendo num papel menor em CINDERELA BAIANA, produção estrelada pela ex-dançarina Carla Perez. Sucesso mesmo alcançou com a montagem da peça “A Máquina”, de João Falcão, já no Rio de Janeiro. Depois de uma participação em SABOR DA PAIXÃO, longa internacional protagonizado por Penélope Cruz e Murilo Benício, Ramos teve sua primeira grande oportunidade no cinema ao estrelar MADAME SATÃ, em 2002. Este seu desempenho foi premiado em todo o mundo, em festivais como o de Quito, no Equador, de Huelva, na Espanha, e na Mostra de Cinema de São Paulo, além de ter ganho também o Troféu da APCA e o Prêmio Guarani, feito que se repetiu no ano seguinte, por sua atuação em O HOMEM QUE COPIAVA, de Jorge Furtado. Neste ano ele voltou a trabalhar em Porto Alegre com Furtado, no ainda inédito MEU TIO MATOU UM CARA, previsto para estrear no início de 2005. Nos seus créditos contam ainda participações em longas como AS TRÊS MARIAS, CARANDIRU e O HOMEM DO ANO.
LIVRO: Mate-me Por Favor, de Less McNeil e Gillian McCain
FILME: “Nós Que Nos Amávamos Tanto”, Ettore Scola
MÚSICA: Ain’t Go No, da Nina Simone
UM ESPETÁCULO: ”A Máquina”, de João Falcão
FÉRIAS IDEAIS: Salvador
UMA VIAGEM INESQUECÍVEL: Londres, 1997, minha primeira viagem internacional
O QUE ESTÁ LENDO ATUALMENTE? ”Os Simpsons e a Filosofia”, de William Irwin, Aeon J. Skoble e Mark T. Conard
UM ÍCONE DO CINEMA: Federico Fellini… ah, e Jorge Furtado, é claro!
UM NOME DA ARTE: Frida Khalo
UM CANTOR: Caetano Veloso
UMA COR: vermelho
AMA: ser ator
ODEIO: discriminação
UM SONHO: dirigir um filme
SIGNO: escorpião
UMA FRASE: sorrir sempre, porque sou privilegiado, só pelo fato de estar vivo… a frase é minha!
Por Robledo Milani
Paulo Ricardo Kralik Angelini - Formado em Publicidade e Letras, doutor em literatura brasileira/portuguesa. Coordenador do departamento de estudos literários da Faculdade de Letras/PUCRS. Editor do site argumento.net, é autor da COLUNA CONTEXTO.
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