Sempre a me despir com olhos cheios
de vontade, depravações doentias
Que eu desligo a luz e
me arrependo por nós dois, ambos tão
cheios de solidão admitida
Abraço essas paredes que tanto sabem,
fazem flagrantes de um desamor incontido
E eu acordo, vítima da minha nudez e
da tua violência, com nada no corpo exceto
a fita no cabelo.
Mariana Melleu - "Não tinha nada que ver com o poder invisível que ensinava a respirar para dentro e a controlar as batidas do coração, e lhe havia permitido entender por que os homens têm medo da morte."
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