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	<title>Argumento.net &#187; 2008</title>
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	<description>CADA ARGUMENTO NO SEU GALHO</description>
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		<title>GRAMADO E SEUS KIKITOS</title>
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		<pubDate>Sun, 17 Aug 2008 20:37:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Ricardo Kralik Angelini</dc:creator>
				<category><![CDATA[2008]]></category>
		<category><![CDATA[CONTEXTO]]></category>
		<category><![CDATA[A festa da menina morta]]></category>
		<category><![CDATA[Ana Carabajal]]></category>
		<category><![CDATA[Cássia Kiss]]></category>
		<category><![CDATA[Daniel de Oliveira]]></category>
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		<description><![CDATA[Termina mais um Festival de Cinema de Gramado. Outra vez, o site argumento.net fez uma cobertura completa do evento. Durante toda a semana, estivemos presentes nas noites oficiais, nas reprises, nos bastidores do mais glamoroso festival de cinema do Brasil. Sentamos nas poltronas do Palácio dos Festivais e vivemos todo o tipo de sentimento: da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small; font-family: Arial Narrow;"><a href="http://www.argumento.net/wp-content/uploads/2008/08/dscn0590.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-580" title="dscn0590" src="http://www.argumento.net/wp-content/uploads/2008/08/dscn0590-300x157.jpg" alt="" width="300" height="157" /></a>Termina mais um Festival de Cinema de Gramado. Outra vez, o site argumento.net fez uma cobertura completa do evento. Durante toda a semana, estivemos presentes nas noites oficiais, nas reprises, nos bastidores do mais glamoroso festival de cinema do Brasil. Sentamos nas poltronas do Palácio dos Festivais e vivemos todo o tipo de sentimento: da emoção ao tédio, do deslumbramento à indiferença. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small; font-family: Arial Narrow;">O que fica, fazendo um balanço do festival, é a constatação de que a mostra de longas-metragens nacional de 2008 foi a melhor em anos, por conta de, ao menos, três filmes muito bons: NOME PRÓPRIO, JUVENTUDE e A FESTA DA MENINA MORTA. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Arial Narrow;">Também a mostra de curtas foi muito superior a outros anos, com filmes de qualidade incontestável como DOSSIÊ RÊ BORDOSA, BOOKER PITTMAN, BLACKOUT, SUBSOLO, O PRESIDENTE DOS ESTADOS UNIDOS.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Arial Narrow;">Já a mostra de filmes estrangeira foi a mais fraca dos últimos tempos. Entre os competidores,<span style="mso-spacerun: yes;">  </span>PERRO COME PERRO reinou soberano, incomparavelmente superior a todos os demais. Além dele, POR SUS PROPRIOS OJOS também possuía algumas qualidades. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Arial Narrow;">Contudo, tendo em vista que não sou jurado, fico apenas com a minha modesta opinião. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Arial Narrow;">Com relação aos premiados da mostra brasileira, concordo com quase todos os prêmios concedidos pelo júri oficial. As três obras citadas acima dividiram todos os prêmios, deixando NETTO, VINGANÇA e PACHAMAMA sem nenhum troféu.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small; font-family: Arial Narrow;"><a href="http://www.argumento.net/wp-content/uploads/2008/08/dscn0566.jpg"><img class="size-medium wp-image-582 alignright" title="dscn0566" src="http://www.argumento.net/wp-content/uploads/2008/08/dscn0566-300x225.jpg" alt="" width="195" height="128" /></a>O melhor filme foi o menos premiado dos três: NOME PRÓPRIO, excelente trabalho de <strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">Murilo Salles</strong>, recebeu ainda o de atriz, pela deslumbrante perfomance de <strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">Leandra </strong><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">Leal</strong>, e Direção de Arte, esse escolhido por uma espécie de júri popular. Na minha opinião, o filme de Murilo mereceria mais dois kikitos: o de melhor roteiro e o de montagem.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Arial Narrow;">JUVENTUDE caiu nas graças de Gramado. Aplaudido em cena aberta e, depois da exibição, ovacionado por uma platéia de pé, o filme de <strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">Domingos</strong><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"> de </strong><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">Oliveira</strong> recebeu os kikitos de direção e roteiro, para o próprio Domingos, uma simpatia de pessoa. Além disso, dois prêmios especiais, um de qualidade artística pelos atores (ótima lembrança) e outro para montagem.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Arial Narrow;"><a href="http://www.argumento.net/wp-content/uploads/2008/08/dscn0582.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-584" title="dscn0582" src="http://www.argumento.net/wp-content/uploads/2008/08/dscn0582-300x215.jpg" alt="" width="191" height="158" /></a>Por fim, a obra mais inventiva e visceral do Festival, A FESTA DA MENINA MORTA, saiu-se como o grande vencedor da noite, com 3 kikitos: melhor ator (outra enorme justiça para o impressionante <strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">Daniel de </strong><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">Oliveira</strong>), fotografia (trabalho maravilhoso de <strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">Lula</strong><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"> </strong><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">Carvalho</strong>) e Especial do Júri. Ainda recebeu três prêmios especiais: melhor filme e música segundo o júri popular e melhor filme segundo a crítica. <strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">Matheus Nachtergaele</strong> merecia ser reconhecido com o prêmio de melhor diretor, pela sua promissora estréia e pela segurança com que dirigiu o maravilhoso elenco. Se ainda existisse, o filme ainda mereceria levar os prêmios de coadjuvantes para <strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">Cássia Kiss</strong>, em arrasadora participação, e <strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">Juliano</strong><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"> Cazarré</strong>.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Arial Narrow;">Já o júri dos latinos brindou o excelente colombiano PERRO COME PERRO e o irregular argentino POR SUS PROPRIOS OJOS com todos os kikitos. Para o primeiro, melhor diretor, <span style="mso-spacerun: yes;"> </span>ator para <strong>Marlon Moreno</strong> e fotografia. Para o segundo, melhor atriz (a querida <strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">Ana</strong><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"> Carabajal</strong>), especial do júri e roteiro. Além disso, o colombiano recebeu o prêmio da Crítica e o argentino o Júri Popular. Porém, contrariando todas as expectativas, mas também confirmando uma tradição em Gramado (filmes que ganham tudo não recebem o kikito de melhor filme), o chatíssimo COCHOCHI recebeu um único kikito, o de melhor filme. A modesta produção mexicana recebeu ainda os prêmios especiais de excelência de linguagem e de qualidade artística.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small; font-family: Arial Narrow;">A incoerência do júri oficial é premiar duas produções com todos os troféus, mas não conceder o de melhor filme. Absolutamente inexplicável.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Arial Narrow;">Finalmente, com relação aos curtas, o vencedor da noite foi o enigmático AREIA, que recebeu os kikitos de fotografia, atriz (para <strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">Malu Galli</strong>) e filme. Contudo, o mais premiado foi o belo BOOKER PITTMAN, que recebeu ao todo 5 prêmios: o kikito especial do júri, mais o prêmio da Crítica, direção de arte e música (esses concedidos pelo júri popular), e o de aquisição do Canal Brasil. O divertidíssimo DOSSIÊ RÊ BORDOSA recebeu dois prêmios: kikito de melhor roteiro e prêmio de montagem. SUBSOLO recebeu o prêmio de direção, para <strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">Jaime Lerner</strong>, e <strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">Augusto</strong><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"> </strong><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">Madeira</strong> melhor ator por BLACKOUT e NOITE DE DOMINGO. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Arial Narrow;">Com relação à festa de encerramento, o palco nunca esteve tão bonito. A vinhetagem também estava caprichada e a cerimônia foi enxuta. Quase não houve falhas&#8230; eu disse quase. Como tudo pode acontecer em Gramado (ninguém se esquece da lâmpada explodindo em cima de uma <strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">Letícia Spiller</strong> apavorada), houve queda de energia em meio à premiação. A platéia ressonou um ohhhhhhhhhh.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Arial Narrow;">Enfim, o tapete vermelho começou a ser enrolado. Tudo volta ao normal à pacata cidadezinha que se transforma num formigueiro durante a semana e, em especial no último final de semana do evento. Saem os globais, gente que nada tem a ver com o cinema mas que recebe o entusiasmo de uma multidão faminta por celebridades, e entram os velhos conhecidos da cidade, que se cumprimentam no super e na farmácia.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Arial Narrow;">Gramado perde o foco de centro de atenções e volta a ter o charme de cidade pequena.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="mso-spacerun: yes;"><span style="font-size: small; font-family: Arial Narrow;"> </span></span></p>
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		<title>HORTÊNSIA DE PALHA</title>
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		<pubDate>Sun, 17 Aug 2008 13:34:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Argumento</dc:creator>
				<category><![CDATA[2008]]></category>

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		<description><![CDATA[Jornalistas, cinéfilos e outros tais reunidos em Gramado criaram, em conjunto, a já tradicional HORTÊNSIA DE PALHA, versão 2008, uma compilação de bobagens com o que se viu nos bastidores, e com o que de pior rolou na serra gaúcha.   * O site argumento.net não se responsabiliza pela opinião expressa nos artigos publicados   [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Arial Narrow;">Jornalistas, cinéfilos e outros tais reunidos em Gramado criaram, em conjunto, a já tradicional HORTÊNSIA DE PALHA, versão 2008, uma compilação de bobagens com o que se viu nos bastidores, e com o que de pior rolou na serra gaúcha.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small; font-family: Arial Narrow;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small; font-family: Arial Narrow;">* O site argumento.net não se responsabiliza pela opinião expressa nos artigos publicados</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small; font-family: Arial Narrow;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Arial Narrow;">TROFÉU O SILÊNCIO DOS INOCENTES</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Arial Narrow;">Nada acontece no silencioso, sonolento, monótono filme protagonizado por dois indiozinhos em COCHOCHI</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small; font-family: Arial Narrow;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Arial Narrow;">TROFÉU CINDERELA</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Arial Narrow;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">Bárbara</strong><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"> Borges</strong> perdendo seu sapatinho em pleno palco do Palácio dos Festivais na cerimônia de encerramento</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small; font-family: Arial Narrow;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Arial Narrow;">TROFÉU DIAS MELHORES VIRÃO</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Arial Narrow;">Para <strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">Tabajara</strong><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"> </strong><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">Ruas</strong> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small; font-family: Arial Narrow;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Arial Narrow;">TROFÉU SUPER-HOMEM</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Arial Narrow;">Para o soco de <strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">Erom </strong><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">Cordeiro</strong> em VINGANÇA, que faz <strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">Márcio Kieling</strong> desmaiar</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small; font-family: Arial Narrow;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Arial Narrow;">TROFÉU MISS SIMPATIA</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Arial Narrow;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">Claro</strong><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"> Gilberto</strong> berrando ao microfone, minutos antes da cerimônia de encerramento começar, para os convidados sentarem-se</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small; font-family: Arial Narrow;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Arial Narrow;">TROFÉU IRMÃO URSO</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Arial Narrow;">Para <strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">Júlio Bressane</strong>, que destruiu o Festival de Gramado ao ser homenageado.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small; font-family: Arial Narrow;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Arial Narrow;">TROFÉU A VOLTA DOS MORTOS VIVOS</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Arial Narrow;">O retorno do Cigano Igor, vulgo <strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">Ricardo Macchi</strong>, agitando algumas senhoras em Gramado</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small; font-family: Arial Narrow;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Arial Narrow;">TROFÉU TUDO SOBRE MINHA MÃE</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Arial Narrow;">As homenagens de <strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">Leandra </strong><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">Leal</strong> para Ângela<span style="mso-spacerun: yes;">  </span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small; font-family: Arial Narrow;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Arial Narrow;">TROFÉU UM SONHO DISTANTE</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Arial Narrow;">Para a produção portuguesa O MISTÉRIO DA ESTRADA DE SINTRA, que fez metade da platéia dormir</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small; font-family: Arial Narrow;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Arial Narrow;">TROFÉU TERROR A BORDO</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Arial Narrow;">Constrangimento geral entre os jornalistas após assistir ao longa DIAS E NOITES</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small; font-family: Arial Narrow;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Arial Narrow;">TROFÉU COM LICENÇA EU VOU A LUTA</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Arial Narrow;">Para a diretora de POR SUS PROPRIOS OJOS, que nem acreditava na quantidade de kikitos que recebia</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small; font-family: Arial Narrow;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Arial Narrow;">TROFÉU NOCAUTE</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small; font-family: Arial Narrow;">A sensação depois de assistir aos filmes nas confortáveis poltronas do Palácio dos Festivais </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small; font-family: Arial Narrow;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Arial Narrow;">TROFÉU O VAZIO ALÉM DA JANELA</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Arial Narrow;">Para a produção pretensamente intelectualizada câmera-na-janela-de-um-carro PACHAMAMA</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small; font-family: Arial Narrow;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Arial Narrow;">TROFÉU OS OUTROS</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small; font-family: Arial Narrow;">MINDELO, que assistiu a seus concorrentes receberem kikitos</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small; font-family: Arial Narrow;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Arial Narrow;">TROFÉU FALE COM ELA</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Arial Narrow;">Para <strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">Domingos</strong><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"> de </strong><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">Oliveira</strong> consultar uma fonoaudióloga</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small; font-family: Arial Narrow;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Arial Narrow;">TROFÉU APERTEM OS CINTOS, O PILOTO SUMIU</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Arial Narrow;">Nem a equipe de COCHOCHI acreditava em prêmios, pois não estava presente para recebê-los</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small; font-family: Arial Narrow;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Arial Narrow;">TROFÉU LÍNGUA DE TRAPO</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Arial Narrow;">Atores de VINGANÇA se empenhando num gauchês</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small; font-family: Arial Narrow;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Arial Narrow;">TROFÉU A FANTÁSTICA FÁBRICA DE CHOCOLATE</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Arial Narrow;">Uma homenagem às meninas da entrada do Palácio que fornecem um chocolatinho básico, que serve de merenda para as longas horas de filme</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small; font-family: Arial Narrow;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Arial Narrow;">TROFÉU ONZE HOMENS E UM SEGREDO</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Arial Narrow;">Para a interminável lista de indicados ao prêmio de melhor ator</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small; font-family: Arial Narrow;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Arial Narrow;">TROFÉU AMORES BRUTOS</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Arial Narrow;">Para a cena de sexo mais ousada entre os filmes em competição, com <strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">Daniel de </strong><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">Oliveira</strong> e <strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">Jackson Antunes</strong></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small; font-family: Arial Narrow;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Arial Narrow;">TROFÉU NÃO POR ACASO</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Arial Narrow;">Para <strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">Leandra </strong><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">Leal</strong> e <strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">Daniel de </strong><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">Oliveira</strong></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small; font-family: Arial Narrow;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Arial Narrow;">TROFÉU PRISCILLA – A RAINHA DO DESERTO</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Arial Narrow;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">Eliana Pittman</strong> com seus figurinos exuberantes</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small; font-family: Arial Narrow;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Arial Narrow;">TROFÉU BABEL</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Arial Narrow;">Para as confusões idiomáticas que <strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">Paulo Betti</strong> provocou com seu portuñol</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small; font-family: Arial Narrow;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Arial Narrow;">TROFÉU A HISTÓRIA SEM FIM</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Arial Narrow;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">Lula</strong><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"> </strong><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">Carvalho</strong>, nos seus agradecimentos longuíssssssssssimos </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small; font-family: Arial Narrow;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Arial Narrow;">TROFÉU BARRADOS NO BAILE</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Arial Narrow;">Para a dupla de apresentadores <strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">Vesgo</strong> e <strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">Silvio</strong>, do Pânico, que tiveram a segurança reforçada para não entrarem na cerimônia de encerramento e repetir o que fizeram em 2007</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small; font-family: Arial Narrow;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Arial Narrow;">TROFÉU QUEM SOMOS NÓS?</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Arial Narrow;">Para as <em style="mso-bidi-font-style: normal;">autoridades</em> que entregavam, sistematicamente, os kikitos, na noite de encerramento</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small; font-family: Arial Narrow;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Arial Narrow;">TROFÉU MUITO BARULHO POR NADA</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Arial Narrow;">Para o curta AREIA</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small; font-family: Arial Narrow;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Arial Narrow;">TROFÉU E O VENTO LEVOU</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Arial Narrow;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">Fernanda </strong><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">Carvalho</strong><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"> </strong><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">Leite</strong>, em todas as cenas de NETTO com seus cabelos esvoaçantes</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small; font-family: Arial Narrow;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Arial Narrow;">TROFÉU OS PICARETAS</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small; font-family: Arial Narrow;">Galerinha da Malhação que passeia com certa arrogância por entre as tietes enlouquecidas. Fazendo o que num Festival de Cinema?</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small; font-family: Arial Narrow;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Arial Narrow;">TROFÉU UM ESTRANHO NO NINHO</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Arial Narrow;">A ex-BBB Gisele não sei o que no Festival de Cinema</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small; font-family: Arial Narrow;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Arial Narrow;">TROFÉU GIGOLÔ POR ACIDENTE</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Arial Narrow;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">Zé</strong><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"> Victor Castiel</strong> vende, <strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">Dan Stulbach</strong> compra (gato por lebre) <strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">Naura Schneider</strong> em DIAS E NOITES.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small; font-family: Arial Narrow;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Arial Narrow;">TROFÉU BABE </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Arial Narrow;">A interminável cena do porco berrando em A FESTA DA MENINA MORTA</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small; font-family: Arial Narrow;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Arial Narrow;">TROFÉU COISAS QUE VOCÊ PODE DIZER SÓ DE OLHAR PARA ELA</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small; font-family: Arial Narrow;">A atriz <strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">Naura Schneider</strong> representando uma menina em DIAS E NOITES.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small; font-family: Arial Narrow;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Arial Narrow;">TROFÉU AMNÉSIA</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Arial Narrow;">Um estranhamente nervoso e esquecido <strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">Murilo Salles</strong> nos agradecimentos ao receber kikito de melhor filme </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small; font-family: Arial Narrow;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Arial Narrow;">TROFÉU INFERNO NA TORRE</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Arial Narrow;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">Renata Boldrini</strong> se esvaindo em suor, embaixo dos holofotes, lá em cima, no mezanino, e sendo abanada por suas mucamas da produção durante a transmissão de encerramento do Festival</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small; font-family: Arial Narrow;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Arial Narrow;">TROFÉU POCAHONTAS</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Arial Narrow;">O cabelo-chapinha de <strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">Tarcísio </strong><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">Filho</strong>, ou como dizem os Pânicos, Glorinho Menezes, na pele de um índio Sioux. Ops, era índio gaudério</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small; font-family: Arial Narrow;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Arial Narrow;">TROFÉU TROPA DE ELITE</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small; font-family: Arial Narrow;">O trio impagável vivido na tela por <strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">Domingos</strong><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"> de </strong><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">Oliveira</strong><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">, Paulo José</strong> e <strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">Aderbal Freire </strong><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">Filho</strong> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small; font-family: Arial Narrow;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Arial Narrow;">TROFÉU AS TRÊS MARIAS</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Arial Narrow;">Braços unidos, <strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">Fernanda </strong><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">Carvalho</strong><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"> </strong><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">Leite</strong>, <strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">Claudia Alencar</strong> e <strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">Ingra Liberato</strong> caminhando juntas, sem assédio, e conversando (fofocando) sobre a cerimônia de encerramento.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small; font-family: Arial Narrow;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Arial Narrow;">TROFÉU ESQUECERAM DE MIM</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small; font-family: Arial Narrow;">José Wilker encheu o saco? José Wilker estava muito caro? Por que José Wilker não deu as caras?</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small; font-family: Arial Narrow;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Arial Narrow;">TROFÉU ESQUECERAM DE MIM II</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Arial Narrow;">Para o longa VINGANÇA, que tinha a maior torcida no Palácio dos Festivais, mas saiu de mãos abanando.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small; font-family: Arial Narrow;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Arial Narrow;">TROFÉU TODO MUNDO EM PÂNICO</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small; font-family: Arial Narrow;">O apagão na cerimônia de encerramento, provocando um <em style="mso-bidi-font-style: normal;">oh</em> na platéia.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small; font-family: Arial Narrow;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Arial Narrow;">TROFÉU VOZES DO ALÉM</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Arial Narrow;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">Ingra Liberato</strong> e metade da platéia no Palácio dos Festivais ao ouvir parte de uma narração após o kikito de melhor roteiro. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small; font-family: Arial Narrow;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Arial Narrow;">TROFÉU DE MÃOS VAZIAS</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Arial Narrow;">NETTO E O DOMADOR DE CAVALOS</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small; font-family: Arial Narrow;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Arial Narrow;">TROFÉU <span style="mso-spacerun: yes;"> </span>CARNE TRÊMULA</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Arial Narrow;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">Daniel de </strong><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">Oliveira</strong> após receber o kikito de melhor ator</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small; font-family: Arial Narrow;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Arial Narrow;">TROFÉU QUE FIZ EU PARA MERECER ISTO?</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Arial Narrow;">Para OSÓRIO</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small; font-family: Arial Narrow;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Arial Narrow;">TROFÉU O HOMEM QUE COPIAVA</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Arial Narrow;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">Paulo Betti</strong> ao reproduzir um estilo “Paulo Francis” de narrativa para anunciar as atrações do Festival de Cinema de Gramado</span></span></p>
]]></content:encoded>
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		<title>O MILAGRE SEGUNDO MATHEUS</title>
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		<pubDate>Sat, 16 Aug 2008 18:40:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Ricardo Kralik Angelini</dc:creator>
				<category><![CDATA[2008]]></category>
		<category><![CDATA[A festa da menina morta]]></category>
		<category><![CDATA[Cássia Kiss]]></category>
		<category><![CDATA[Daniel de Oliveira]]></category>
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		<category><![CDATA[O mistério da estrada de Sintra]]></category>
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		<description><![CDATA[Onde está o travesseiro? O último filme estrangeiro a concorrer em Gramado tinha uma assinatura luso-brasileira. O MISTÉRIO DA ESTRADA DE SINTRA, dirigido por Jorge Paixão da Costa, é uma produção caprichada, esteticamente muito bem trabalhada, mas completamente vazia.   Misturar as páginas de Eça de Queiroz e Ramalho Ortigão com a recepção do folhetim, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Arial Narrow;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">Onde</strong><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"> está o travesseiro?</strong></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small; font-family: Arial Narrow;"><a href="http://www.argumento.net/wp-content/uploads/2008/08/395428.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-535" title="395428" src="http://www.argumento.net/wp-content/uploads/2008/08/395428-300x192.jpg" alt="" width="300" height="192" /></a>O último filme estrangeiro a concorrer em Gramado tinha uma assinatura luso-brasileira. O MISTÉRIO DA ESTRADA DE SINTRA, dirigido por <strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">Jorge Paixão da Costa</strong>, é uma produção caprichada, esteticamente muito bem trabalhada, mas completamente vazia.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Arial Narrow;">Misturar as páginas de <strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">Eça de Queiroz</strong> e<strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"> Ramalho Ortigão </strong>com<strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"> </strong>a recepção do folhetim, na época, mostrando tanto de onde saía a inspiração dos escritores, como as dúvidas da população portuguesa sobre quem era quem dentro da ficção, é uma excelente idéia. Entretanto, o roteiro nunca chega a decolar. Há excessivos diálogos, cenas longas que poderiam ser editadas, marcas, aliás, da cinematografia portuguesa, que é, infelizmente, mal vista pelos próprios portugueses (e aqui falo de um grupo intelectualmente acima da média, não dos populares). Os filmes portugueses, em geral, possuem um certo tom por demais teatral, um exagero na interpretação dos atores, enfim, um artificialismo gritante. Isso se observa neste filme pseudo-policial, que narra um crime (de amor?) envolvendo a alta sociedade portuguesa. Outro grave problema é uma certa preguiça na produção. Praticamente não há cenas externas, o que é uma pena, pois a bela cidade de Sintra (bem próxima à capital lusa, famosa por um dos mais deliciosos doces portugueses, o <em style="mso-bidi-font-style: normal;">travesseiro</em>) não chega a aparecer sequer uma vez. Também minha querida Lisboa (quase) não aparece – há apenas uma cena inicial e final, filmada no centro da cidade.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Arial Narrow;">O elenco não é coeso. <strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">Rogério</strong> <strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">Samora</strong> (que judiou da platéia com seu português carregado, para muitos incompreensível) está uma caricatura, assim como a mocinha, a belíssima <strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">Bruna di Tullio</strong>, uma espécie de <strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">Ana</strong><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"> Paula Arósio</strong> portuguesa. A dupla que protagoniza os escritores (<strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">Antonio Pedro Cerdeira</strong> e <strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">Ivo Canelas</strong>) está muito bem. Também há espaço para atores brasileiros, como o sumido <strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">Flávio Galvão</strong> e <strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">Giselle Itiê</strong>, mais uma vez estereotipada como a latina sexy.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Arial Narrow;">A trilha sonora carrega demais no drama. Ainda que saibamos que existia uma certa intencionalidade de uma representação <em style="mso-bidi-font-style: normal;">over</em>, tendo em vista que um folhetim é por si só rocambolesco, o tom pesado e lento de O MISTÉRIO DA ESTRADA DE SINTRA provocou mais bocejos do que aplausos.<span style="mso-spacerun: yes;">  </span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="font-size: small; font-family: Arial Narrow;"> </span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><strong></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Arial Narrow;">O milagre segundo Matheus</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Arial Narrow;"><img class="alignright" src="http://cinemaniacannes2007.viabloga.com/images/festa_da_menina_morta08_1.jpg" alt="" width="450" height="300" />Mesmo antes de ser exibido, todo o burburinho entre os filmes nacionais do 36º Festival de Cinema de Gramado era para A FESTA DA MENINA MORTA, dirigida por <strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">Matheus Nachtergaele</strong>, obra que participou da mostra <em style="mso-bidi-font-style: normal;">Un Certain Regard</em>, em Cannes. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Arial Narrow;">Antes, nos agradecimentos da equipe, <strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">Paulo José</strong> (que tem, como o próprio disse, uma participação afetiva inventada por Matheus) e <strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">Cássia Kiss</strong> encheram o diretor estreante de elogios.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small; font-family: Arial Narrow;">E não foi à toa. Matheus surpreende com uma direção segura e inventiva – repleta de planos-seqüências de tirar o fôlego –, com obviamente um trabalho muito especial na direção de atores.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small; font-family: Arial Narrow;">A história tem a cara do Brasil. Numa comunidade no norte do país, a adoração de todo um povoado a um jovem que encontrou o vestido de uma menina devorada por urubus. Além disso, após o suicídio da mãe, Santinho a faz reviver. O filme mostra os preparativos para a festa de 20 anos da Menina Morta, quando Santinho recebe as palavras da menina.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Arial Narrow;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><img class="alignright" src="http://www.adorocinema.com.br/filmes/festa-da-menina-morta/festa-da-menina-morta07.jpg" alt="" width="292" height="166" />Daniel de Oliveira </strong>está excelente no papel do temperamental  Santinho, beirando o histerismo. Desde já, o favorito ao Kikito. Também o elenco de apoio tem marca de qualidade, destacando-se a ótima <strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">Cássia Kiss</strong> (como a mãe que retorna), <strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">Jackson Antunes</strong> (o pai, que tem relação incestuosa com o filho), <strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">Dira Paes</strong> (uma das beatas) e <strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">Juliano</strong><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"> Cazarré</strong> (que também aparece em NOME PRÓPRIO).</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small; font-family: Arial Narrow;">Nachtergaele construiu uma obra não muito palatável. Ao misturar o misticismo (é incrível a capacidade que temos para acreditar em mitos e santos) com outros tabus (as cenas de incesto entre pai e filho são bastante ousadas), A FESTA DA MENINA MORTA resulta num filme difícil, mas belíssimo. São cenas muito bem trabalhadas, estudadas, com uma mão firme do diretor. Com certeza, levará muitos kikitos para casa.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small; font-family: Arial Narrow;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small; font-family: Arial Narrow;"> </span></p>
]]></content:encoded>
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		<title>GAUCHÃO</title>
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		<pubDate>Sat, 16 Aug 2008 18:28:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Ricardo Kralik Angelini</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Cortejo Negro]]></category>
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		<description><![CDATA[Saíram os vitoriosos da Mostra Gaúcha de Curtas-Metragens. Mais uma vez, o castigo para aquele filme que se destaca e participa da mostra nacional. SUBSOLO, instigante curta de Jaine Lerner ganhou um mísero troféu, de música, para Fausto Prado. O papão dos prêmios foi UM DIA COMO HOJE, de Eduardo Wannmacher, em mini-DV. Recebeu os troféus [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small; font-family: Arial Narrow;"><img class="alignright" src="http://zerohora.clicrbs.com.br/rbs/image/3912351.jpg" alt="" width="195" height="108" />Saíram os vitoriosos da Mostra Gaúcha de Curtas-Metragens. Mais uma vez, o castigo para aquele filme que se destaca e participa da mostra nacional. SUBSOLO, instigante curta de <strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">Jaine Lerner</strong> ganhou um mísero troféu, de música, para <strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">Fausto</strong><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"> Prado</strong>. O papão dos prêmios foi UM DIA COMO HOJE,<span style="mso-spacerun: yes;"> </span>de Eduardo Wannmacher, em mini-DV. Recebeu os troféus de filme, ator (<strong>Júlio Andrade</strong>), atriz, roteiro e montagem. CORTEJO NEGRO, de <strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">Diego Muller</strong> (35mm), ganhou melhor diretor, fotografia e produtor executivo. A direção de arte foi para <strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">Rita</strong><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"> Faustini</strong>, por SETE TROUXAS, e ainda ROSÁRIO DOS NAVEGANTES ganhou melhor edição de som.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Arial Narrow;">SUBSOLO ficou esquecido na escuridão. Que paradoxo, a única obra gaúcha escolhida pela organização do evento para a Mostra Nacional foi ignorada pelos jurados. </span></span></p>
]]></content:encoded>
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		<title>CRENÇAS NO LIQUIDIFICADOR</title>
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		<pubDate>Sat, 16 Aug 2008 13:32:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Ricardo Kralik Angelini</dc:creator>
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		<category><![CDATA[aborto]]></category>
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		<description><![CDATA[Passeio por Gramado acompanhado por meus alunos do Colégio João XXIII, uma gurizada que está a pleno vapor na construção de seus roteiros e na produção de seus filmes curtas-metragens, dentro de um projeto do qual sou um dos coordenadores.   Eles assistiram, pela manhã, à reprise da noite oficial. Judiaria. Viram o mexicano COCHOCHI [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Arial Narrow;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"></strong></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Arial Narrow;">Passeio por Gramado acompanhado por meus alunos do Colégio João XXIII, uma gurizada que está a pleno vapor na construção de seus roteiros e na produção de seus filmes curtas-metragens, dentro de um projeto do qual sou um dos coordenadores.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Arial Narrow;">Eles assistiram, pela manhã, à reprise da noite oficial. Judiaria. Viram o mexicano COCHOCHI (e resmungaram e reclamaram e dormiram), obra incrivelmente humilde, amadora, que por trás de uma linda intenção, esconde uma proposta muito pobre. É o típico filme em que precisamos buscar metáforas para justificar nosso apreço, talvez porque seja politicamente incorreto falar mal de obra tão simplória. Então se pensa no poder da escola, nas dificuldades de um povo realmente humilde. Uma aluna até me perguntou: <em style="mso-bidi-font-style: normal;">Qual</em><em style="mso-bidi-font-style: normal;"> é a metáfora do cavalo&#8230; sim, sor, deve ter uma</em>. Enfim, uma busca desesperada de o filme se fazer realmente cinema. Mais tarde, riram com os divertidos velhinhos de JUVENTUDE. Gostaram do filme, ainda mais tendo eles seus 15, 16 anos e toda uma vida pela frente. JUVENTUDE, aliás, é um caso comum em Gramado, de um filme também simples (baixo orçamento), mas que conta com a qualidade de um <strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">Domingos</strong><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"> Oliveira</strong>, que outra vez acerta a mão, escreve um divertido roteiro e dirige muito bem o excelente <strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">Paulo José</strong> e o diretor teatral, em ótima atuação, <strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">Aderbal Freire Filho</strong>.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small; font-family: Arial Narrow;"><img class="alignright" src="http://www.revistacinetica.com.br/aborto.jpg" alt="" width="270" height="178" />À tarde, um tema pesado para a reflexão dos adolescentes: o aborto, do ponto de vista de <strong>Carla Gallo</strong>, diretora do documentário O ABORTO DOS OUTROS. Gallo agradeceu a presença daquela juventude na platéia e pediu que se olhasse o filme sem o preconceito, sem o estigma do <em style="mso-bidi-font-style: normal;">sou contra</em> ou <em style="mso-bidi-font-style: normal;">sou a favor</em>. Isso porque a obra de Gallo realmente provoca um nó em nossas convicções, sejam elas quais forem. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small; font-family: Arial Narrow;">O ABORTO DOS OUTROS tem, como fio condutor, a prática do aborto em uma menina de 13 anos, estuprada. Ao longo da história dessa menina, que ainda desenha casinha (e uma maçã – a fruta do pecado) em seu caderno, surgem outras mulheres que fizeram ou farão o aborto, alguns legalizados, outros não. É o caso da mãe que chora, depois de tentar durante anos uma gravidez, ao abortar por conta de uma má-formação de alguns órgãos. Ou da mulher que também chora, por ter sido presa depois de ter abortado, fruto de outra violência sexual (mas talvez por ser negra, não acreditaram nela e ela se viu obrigada a interromper a gravidez em uma clínica clandestina. O pós-operatório problemático obrigou que ela procurasse um hospital, quando foi denunciada. Presa. Algemada).</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small; font-family: Arial Narrow;">E justamente quando estamos indignados com a lei brasileira, surge o caso da mulher que abortou 5 vezes, porque quis. Não há uma justificativa.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small; font-family: Arial Narrow;">E precisa haver uma justificativa? Ou a mulher simplesmente pode decidir por abortar quando bem entender? Muito mais do que respostas, obviamente Gallo nos oferece perguntas, que fermentam nossas crenças e nos levam ao debate. E é isso o que se espera com um documentário bem realizado. </span></p>
]]></content:encoded>
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		<title>TARDE DE EXPERIMENTAÇÃO</title>
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		<pubDate>Fri, 15 Aug 2008 16:20:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Ricardo Kralik Angelini</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Tive meus momentos de ator global na tarde de quinta-feira, quando encontrei meus ex-alunos do Colégio Leonardo da Vinci. Fotos, abraços e carinho. Eles iriam assistir aos curtas, no último dia da mostra competitiva. Ano passado, eu coordenei um projeto no qual eles tiveram que adaptar um conto, escrevendo o roteiro e produzindo um filme. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small; font-family: Arial Narrow;">Tive meus momentos de ator global na tarde de quinta-feira, quando encontrei meus ex-alunos do Colégio Leonardo da Vinci. Fotos, abraços e carinho. Eles iriam assistir aos curtas, no último dia da mostra competitiva. Ano passado, eu coordenei um projeto no qual eles tiveram que adaptar um conto, escrevendo o roteiro e produzindo um filme.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Arial Narrow;">Também reencontrei uma velha amiga, Isabel Ferrari, repórter da RBS TV, que fazia uma reportagem sobre quem faz curta-metragem no Brasil, para ser exibida no Jornal Hoje, da TV Globo.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Arial Narrow;"><a href="http://www.argumento.net/wp-content/uploads/2008/08/areia.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-498" title="areia" src="http://www.argumento.net/wp-content/uploads/2008/08/areia-300x184.jpg" alt="" width="180" height="110" /></a>Meus alunos e minha amiga jornalista não tiveram muita sorte. Foi a tarde mais fraca da mostra, reservada a filmes experimentais, quase herméticos: AREIA, HOMENS, UM RIDÍCULO EM AMSTERDÃ e BOOKER PITTMAN.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Arial Narrow;">AREIA, de <strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">Caetano Gotardo</strong>, traz imagens do mar, da areia. Uma mulher e um adolescente. Rememorações? Ela (<strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">Malu Galli</strong>) se lembra dele (<strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">Rafael Rodarte</strong>). Ele diz que ela tem 16, mas obviamente ela é mais velha. Ele morreu? Não há pistas. Um trabalho esteticamente muito bonito, mas que deixa muitas lacunas a serem preenchidas. Vago como as ondas que deslizam na areia.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Arial Narrow;">HOMENS, documentário capixaba, dirigido por <strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">Lucia Caus</strong> e <strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">Bertrand Lira</strong>, conquistou a platéia pela simplicidade da idéia, mas, também, pela simplicidade dos depoentes. Com uma câmera na mão, a dupla percorreu o nordeste brasileiro em busca de personagens masculinos que assumiram sua homossexualidade, a maioria deles tendo também assumido o travestismo. Encontraram vários exemplos carismáticos, gente muito humilde que vive em lugares muito pequenos e, ainda assim, escancararam suas vidas sem medos. Ainda que o documentário em si não apresente nada de inovador, com uma linguagem tradicional de depoimentos, a força do trabalho reside justamente na capacidade de escolha desses divertidos personagens.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Arial Narrow;"><a href="http://www.argumento.net/wp-content/uploads/2008/08/ridiculo.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-500" title="ridiculo" src="http://www.argumento.net/wp-content/uploads/2008/08/ridiculo-300x199.jpg" alt="" width="180" height="119" /></a>UM RIDÍCULO EM AMSTERDÃ, de <strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">Diego Gozze</strong>, também é um trabalho experimental, um falso documentário sobre um cara que ganhou passagem ida-e-volta para a cidade holandesa, por conta da pior fantasia numa festa do ridículo. Fingindo não saber que estava sendo filmado, o personagem passeia pela bagunça de seu apartamento enquanto conversa com o diretor.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Arial Narrow;"><span style="mso-spacerun: yes;">    </span><span style="mso-spacerun: yes;">  </span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small; font-family: Arial Narrow;">A tarde encerrou com o esteticamente belíssimo BOOKER PITTMAN, de <strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">Rodrigo Grota</strong>.<span style="mso-spacerun: yes;">  </span>A fotografia em preto e branco e a trilha são os pontos fortes desta obra enigmática, que mostra cenas ficcionalizadas do músico norte-americano que veio ao Brasil. Sua enteada, <strong>Eliana Pittman</strong>, aniversariante do dia, estava na platéia e ficou emocionada, tanto com o curta, como com o “parabéns a você” entoado por todo o público presente no Palácio.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Arial Narrow;">Enfim, ainda que todo o festival de cinema precise reservar espaço para obras mais experimentais, a pouca participação da platéia mostrou que os filmes em exibição eram para poucos. <span style="mso-spacerun: yes;">  </span></span></span></p>
]]></content:encoded>
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		<title>A TARDE É DA RÊ BORDOSA</title>
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		<pubDate>Thu, 14 Aug 2008 15:59:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Ricardo Kralik Angelini</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Na mostra competitiva dos Curtas de Gramado deste ano, há, até agora, uma qualidade muito superior às edições passadas. Na segunda tarde de competição, foram exibidos quatro curtas: O PRESIDENTE DOS ESTADOS UNIDOS, SUBSOLO, OSÓRIO e DOSSIÊ RÊ BORDOSA. O primeiro, uma produção pernambucana, trata de uma metáfora interessante: um homem enlouquece acreditando ser George [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small; font-family: Arial Narrow;">Na mostra competitiva dos Curtas de Gramado deste ano, há, até agora, uma qualidade muito superior às edições passadas. Na segunda tarde de competição, foram exibidos quatro curtas: O PRESIDENTE DOS ESTADOS UNIDOS, SUBSOLO, OSÓRIO e DOSSIÊ RÊ BORDOSA. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small; font-family: Arial Narrow;">O primeiro, uma produção pernambucana, trata de uma metáfora interessante: um homem enlouquece acreditando ser <strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">George W. Bush</strong>. Na trama, dirigida por <strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">Camilo Cavalcante</strong>, Carlos (boa atuação de <strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">Silvio Pinto</strong>) assiste às declarações do presidente das Estados Unidos nas vésperas da Guerra contra o Iraque. Atordoado, o pacato cidadão avisa a esposa (a ótima <strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">Daniela Câmara</strong>) que está em regime de guerra. A tensão, adocicada pelo tom de comédia, cresce com o desfecho inusitado: a mulher é assassinada pelo marido ensandecido com uma faquinha de serra. Ou seja, vitória do poderoso dono da casa contra os fracos e oprimidos.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Arial Narrow;">SUBSOLO, o único gaúcho em competição, é uma grata surpresa. Dirigido por <strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">Jaime Lerner</strong>, mostra os preparativos do suicídio de uma mulher que recentemente perdeu o filho. Porém, a tarefa é interrompida pela falta de energia, o que leva a mulher a se identificar com uma menina presa no elevador. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Arial Narrow;">Sensível e com uma boa atuação de <strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">Carla Marins</strong>, o curta trata da dor e da solidão, abordando com respeito e sem ser apelativo um tema tão delicado quanto o suicídio.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small; font-family: Arial Narrow;">OSÓRIO, representante paranaense, é um exercício estético pretensioso. A câmera registra a movimentação das pessoas na Praça General Osório, no centro de Curitiba, mas de interessante nada acontece. É claro que os cabeças de plantão poderão falar sobre a poesia do amanhecer da cidade, sobre o olhar cotidiano e sei lá mais o quê, mas de fato, OSÓRIO não diz a que veio.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Arial Narrow;"><img class="alignright" src="http://www.dgabc.com.br/files/imagemtinymce/25rebordosa.jpg" alt="" width="200" height="150" />Ainda bem que a tarde terminou com um curta inventivo e, desde já, um dos meus favoritos. DOSSIÊ RÊ BORDOSA, um falso documentário com um excelente truque: a investigação do assassinato de uma das personagens mais carismáticas de <strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">Angeli</strong> no final dos 80 traz personagens reais (o próprio cartunista, a ex-esposa dele, <strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">Laerte</strong>, entre outros) e os transforma em animação. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Arial Narrow;">Rê Bordosa, uma das personagens favoritas do final da minha infância, era uma desregrada maravilhosa que só sabia beber e transar. Dublada pela <em style="mso-bidi-font-style: normal;">Terça</em><em style="mso-bidi-font-style: normal;"> Insana</em> <strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">Grace Gianoukas, </strong>o documentário é deliciosamente irônico e bem-escrito, com uma ótima cena de <em style="mso-bidi-font-style: normal;">flashback</em><em style="mso-bidi-font-style: normal;"> </em>que mostra uma pequena Rê Bordosa<strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"> </strong>sem hesitar entre um bolo e uma garrafa de uísque em cima da mesa. O curta de <strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">César Cabral</strong> provocou uma calorosa recepção gramadense. <span style="mso-spacerun: yes;">     </span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Arial Narrow;">Resta torcer para que o encerramento da mostra competitiva dos curtas mantenha o bom nível. <span style="mso-spacerun: yes;">   </span><span style="mso-spacerun: yes;"> </span></span></span></p>
]]></content:encoded>
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		<title>PERROS E PAPO-CABEÇA</title>
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		<pubDate>Thu, 14 Aug 2008 15:33:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Ricardo Kralik Angelini</dc:creator>
				<category><![CDATA[2008]]></category>
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		<description><![CDATA[Saudaciones Paulo Betti está, desde segunda-feira, entre nós. O ator juntou-se a Renata Boldrini. O lado positivo é que ele  injetou um pouco de vida e humor às noites protocolares do Festival de Gramado. Verdade seja dita, quem realmente gosta de cinema quer mais é assistir aos filmes, e não ouvir os textos repetitivos – [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Arial Narrow;">Saudaciones</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Arial Narrow;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">Paulo Betti</strong> está, desde segunda-feira, entre nós. O ator juntou-se a <strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">Renata Boldrini. </strong>O lado <img class="alignleft" src="http://www.auroradecinema.com.br/imagens/paulo_betti2.jpg" alt="" width="96" height="96" />positivo é que ele  injetou um pouco de vida e humor às noites protocolares do Festival de Gramado. Verdade seja dita, quem realmente gosta de cinema quer mais é assistir aos filmes, e não ouvir os textos repetitivos – que já constam no catálogo distribuído à imprensa – e muito menos saber quais as estrelas que já estão na Serra Gaúcha. O lado negativo é que tamanha empolgação de Betti o transforma quase num narrador de turfe. Sua leitura é exageradamente enfática. Também essa vontade de ser engraçadinho cansa, mas Betti teve bons momentos, como quando arranhou um portunhol e lançou um manifesto contra <em>la verguenza de hablar portuñol.</em></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="font-size: small; font-family: Arial Narrow;"><em> </em></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Arial Narrow;">Papo-cabeça</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Arial Narrow;">Noite de homenagem a <strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">Julio Bressane</strong>, diretor pós-moderno que diz sempre em entrevista que não faz filme para o público, e sim para ele mesmo (ah, sim, então por isso é tãoo chato). Claro que os estudantes de plantão que sacam tudo de cinema tiveram orgasmos e lançaram seus gritinhos histéricos iu-hu para o debochado diretor, que deu uma chapoletada ao Festival: <em style="mso-bidi-font-style: normal;">Acho estranho esse prêmio vindo de um festival que sempre foi azedo comigo</em>.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Arial Narrow;">Para continuar no clima da festa, e pulando para o fim da noite, <strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">Eryk Rocha</strong>, herdeiro de Glauber, trouxe seu documentário PACHAMAMA, que investiga a vida dos habitantes lá pelas bandas da fronteira tríplice Brasil, Peru, Bolívia. Rocha saudou o <em style="mso-bidi-font-style: normal;">cinema</em><em style="mso-bidi-font-style: normal;"> invenção</em> (o que quer que isso seja) e brindou a platéia já sonolenta (lá pelas 21h40 o filme começou) com uns 5 minutos de câmera mostrando um asfalto de dentro de um carro em movimento, mais uns 5 minutos de árvores passeando apressadas na beira da estrada, e mais uns 5 minutos de água correndo, e mais&#8230; Sim, talvez com a cabeça fresca e o espírito bem disposto a platéia teria paciência para chegar na tal população dos excluídos. Como o documentário inicia no Rio de Janeiro e meio que mostra a looonga jornada até o norte do Brasil, ocorreu uma debandada constrangedora. Era um tal de gente se levantando aqui e ali que dava vergonha.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Arial Narrow;">Quando os primeiros depoimentos surgiram, as cenas da vida natural (pachamama é algo tipo mãe-terra) continuavam, ou seja, os depoimentos ficavam em <em>off</em>. Era difícil de entender o sotaque dos entrevistados, ainda mais que não contávamos com a sempre prática leitura labial. Enfim, a câmera segue a investigação e mostra os peruanos e bolivianos. O interessante é a visão que estes têm de nós e, mais, que eles acham que nós temos deles (<em style="mso-bidi-font-style: normal;">os brasileiros acham que todos os peruanos são traficantes</em>, disse um deles).</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small; font-family: Arial Narrow;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Arial Narrow;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">Ladrão</strong><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"> que rouba ladrão&#8230;</strong></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Arial Narrow;">Legal mesmo foi o representante estrangeiro em competição. PERRO COME PERRO, da Colômbia, foi uma <img class="alignleft" src="http://www.vive.in/cine/bogota/articulos_cine/febrero2008/IMAGEN/IMAGEN-3944561-2.jpg" alt="" width="320" height="240" />excelente surpresa, desde o roteiro, com ares de Tarantino, passando pela excelente atuação do elenco e chegando à ótima fotografia, com um filtro meio amarelado. O filme de <strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">Carlos Moreno</strong> tem cara de vencedor. Conta a história do submundo do crime colombiano, quando Victor (o ótimo <strong>Marlon Moreno</strong>), um bandidão, rouba de outro e faz jogo duplo. Uma série de acontecimentos faz com que o tal bandido – a platéia torce para ele – esteja prestes a sair ileso da falcatrua. Só que outros bandidos e um inusitado homem que telefona equivocadamente ao quarto de hotel de Victor atrás de uma tal de Adela (o que resulta numa ótima piada dentro do filme) querem estragar os planos do larápio. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small; font-family: Arial Narrow;">A degradação dos personagens é metáfora óbvia aos vira-latas que aparecem durante todo o filme, seja latindo, seja babando na tela. Ao final, exauridos, os bandidos seguem tentando passar a perna um no outro, enquanto os cães se atacam e reviram os lixos.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Arial Narrow;">Ótimos enquadramentos, excelentes seqüências de ação com câmera nervosa e produção bem-acabada fazem de PERRO COME PERRO uma produção que merece, com certeza, lançamento comercial no Brasil.<span style="mso-spacerun: yes;">   </span><span style="mso-spacerun: yes;"> </span><span style="mso-spacerun: yes;">    </span><span style="mso-spacerun: yes;">   </span></span></span></p>
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		<title>E NETTO REALMENTE PERDEU A ALMA</title>
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		<pubDate>Wed, 13 Aug 2008 16:57:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Ricardo Kralik Angelini</dc:creator>
				<category><![CDATA[2008]]></category>
		<category><![CDATA[CINEMA NACIONAL]]></category>
		<category><![CDATA[Negrinho do pastoreio]]></category>
		<category><![CDATA[Netto e o domador de cavalos]]></category>
		<category><![CDATA[Netto perde sua alma]]></category>
		<category><![CDATA[Tabajara Ruas]]></category>
		<category><![CDATA[Tarcísio Filho]]></category>
		<category><![CDATA[Werner Schünemann]]></category>

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		<description><![CDATA[Depois do relativo sucesso de NETTO PERDE SUA ALMA, dirigido por Beto Souza e Tabajara Ruas, e adaptado da obra deste último, filme que alçou ao estrelato o ator Werner Schünemann, chega ao Palácio dos Festivais, na terceira noite competitiva, o filme NETTO E O DOMADOR DE CAVALOS, uma espécie de início da saga já [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Depois do relativo sucesso de NETTO PERDE SUA ALMA, dirigido por <strong>Beto Souza</strong> e <strong>Tabajara Ruas</strong>, e adaptado da obra deste último, filme que alçou ao estrelato o ator <strong>Werner Schünemann</strong>, chega ao Palácio dos Festivais, na terceira noite competitiva, o filme NETTO E O DOMADOR DE CAVALOS, uma espécie de início da saga já narrada no primeiro filme.</p>
<p>Quando da exibição de NETTO PERDE SUA ALMA, a imprensa fora do Rio Grande do Sul viu com desconfiança nossa espécie de pátria à base do facão. Muitos jonalistas ficaram, digamos, incomodados com o ufanismo que escorria pela tela e que provocou uma euforia na platéia gramadense. Com relação a NETTO E O DOMADOR DE CAVALOS, outra vez a calorosa ovação típica daqueles que endeusam a nossa cultura. Porém, desta feita, o filme fica muito aquém do original, e isso que era possível apontar vários defeitos no primeiro.</p>
<p>Talvez o maior problema de NETTO E O DOMADOR DE CAVALOS seja a indecisão de foco narrativo. Em quem queremos nos fixar? É óbvio que Tabajara Ruas, excelente escritor, sabia que tinha em mãos um personagem carismático que já lhe dera provas de sua força na tela. Por isso, essencial seria fazer o General outra vez aparecer. Mas também havia a itenção de mostrar o tal domador de cavalos, no caso o <em>índio</em> Sargento Torres. E ainda, de quebra, contar uma das mais belas lendas gaúchas, a do Negrinho do Pastoreio.</p>
<p><img class="alignright" src="http://www.cm-pvarzim.pt/groups/staff/conteudo/imagens-gerais/noticias/Netto%20e%20o%20Domador%20de%20Cavalos%2002.jpg/image_preview" alt="" width="400" height="262" />Três personagens tão fortes só poderiam roubar, um do outro, a atenção. Como resultado, sobram cenas campeiras, com aquela fotografia protocolar que já estamos acostumados, a mostrar <em>como é lindo o meu Rio Grande</em>, e falta unidade à ação dramática. Nem Werner, nem <strong>Tarcisio Filho</strong> conseguem segurar o filme, até porque pouco podem fazer com relação a seus personagens. Melhor sorte tem <strong>Evandro Elias</strong>, o novato que segura com competência a tarefa de interpretar o Negrinho. Entretanto, não tem culpa o ator de quase todas as suas cenas se restringirem à velha tática narrativa dos filmes sobre a escravidão: e dê-lhe chibatada. As cenas de espancamento ultrapassam o bom-senso. Acaba que tais cenas não atingem o efeito desejado, de emocionar ou chocar; elas se tornam apelativas.     </p>
<p>Junto a isso, há uma infinidade de personagens secundários desinteressantes, alguns equivocadamente interpretados, como foi o caso de <strong>Zé Adão Barbosa </strong>e do estreante e inexpressivo <strong>Ian Ramil</strong>, e outros que nem têm chance de aparecer, como todo o núcleo feminino do casarão (com exceção talvez de <strong>Ivete Brandalise</strong>, que transforma suas poucas cenas da avó má em algo digno de nota).</p>
<p>Outro problema preocupante é a pretensão. Um filme épico deve abusar de grandes cenas. Um filme épico no pampa gaúcho abusa das carreiras, mas quando não há qualidade técnica na hora da filmagem, resulta no que se viu: constrangedores closes no rosto dos atores simulando a tal corrida de cavalos. Também a qualidade da fotografia é irregular. Há belíssimas cenas e outras amadoras, com cara de vídeo, e não de película.</p>
<p>A elogiar podemos citar a belíssima trilha sonora de <strong>Vítor Ramil</strong>, um dos músicos mais interessantes do Rio Grande do Sul, e algumas cenas realmente belas, como o grito de dor de Maria, a namoradinha do Negrinho, em meio às flores amarelas, cena aliás tomada emprestada de <strong>Spielberg</strong> e sua A COR PÚRPURA.</p>
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		<title>POR SUS PROPRIOS OJOS</title>
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		<pubDate>Wed, 13 Aug 2008 01:03:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Ricardo Kralik Angelini</dc:creator>
				<category><![CDATA[2008]]></category>
		<category><![CDATA[CINEMA LATINO]]></category>
		<category><![CDATA[Ana Carabajal]]></category>
		<category><![CDATA[Liliana Paolinelli]]></category>
		<category><![CDATA[Por sus proprios ojos]]></category>

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		<description><![CDATA[O primeiro longa-metragem em competição, da mostra estrangeira, era argentino. Apenas isso seria suficiente para causar uma boa expectativa na platéia, tendo em vista a excelente fase cinematográfica pela qual nossos hermanos atravessam. A obra da vez chama-se POR SUS PROPRIOS OJOS, de Liliana Paolinelli.   De baixo orçamento, a película conta a história de duas estudantes de cinema que produzem seu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O primeiro longa-metragem em competição, da mostra estrangeira, era argentino. Apenas isso seria suficiente para causar uma boa expectativa na platéia, tendo em vista a excelente fase cinematográfica pela qual nossos <em>hermanos</em> atravessam. A obra da vez chama-se POR SUS PROPRIOS OJOS, de <strong>Liliana Paolinelli</strong>.  </p>
<p>De baixo orçamento, a película conta a história de duas estudantes de cinema que produzem seu trabalho de conclusão de curso, a saber, um documentário sobre o olhar das mulheres que possuem familiares na cadeia. <strong>Ana Carabajal, Luisa Nuñez </strong>e<strong> Mara Santucho </strong>formam a trinca de atrizes de POR SUS PROPRIOS OJOS. Em Gramado, Carabajal (que tem uma estréia promissora no cinema com este filme) e Paolinelli agradeceram a (pequeníssima) presença do público.</p>
<p>Talvez o maior defeito da obra argentina seja a falta de ritmo. Talvez seja o nosso olhar mais acostumado a edições moderninhas que aumente a sensação de que há pouca história em muito tempo. O roteiro poderia ser o de um curta-metragem, pois a ação é realmente mínima. Há longos movimentos de câmera, que tornam as cenas compridas e lentas. Ainda assim, há belas passagens, especialmente as vividas pela protagonista Carabajal.</p>
<p>O óbvio envolvimento entre estudioso-objeto pode parecer um tanto abrupto, ainda mais por conta da falta de pistas, apenas sutilmente citadas. Uma delas é a tal letra da carta escrita pelo filho da mulher com quem ela se relaciona, a qual recebe elogios da pesquisadora. Mais tarde, quando o preso novamente escreve, poderia haver uma relação entre essas letras, mas fica tudo no ar.</p>
<p>POR SUS PROPRIOS OJOS é uma obra menor dentro da cinematografia argentina. Em verdade, provocou muito mais bocejos do que admiração.</p>
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