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	<title>Argumento.net &#187; INCRÍVEL HUMANIDADE</title>
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	<description>CADA ARGUMENTO NO SEU GALHO</description>
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		<title>E AGORA VOCÊ VÊ</title>
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		<pubDate>Sat, 05 Jan 2013 00:35:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lorenzo Ganzo Galarça</dc:creator>
				<category><![CDATA[INCRÍVEL HUMANIDADE]]></category>

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		<description><![CDATA[E agora você vê o estrago de suas reduções trabalha o barro n&#8217;água para novos artesanatos acompanha a areia em ritmo de mar e como grandes aeroportos limpa vidraças na despedida não é possível saber a família dos pingos que inundam seu banheiro mancham as paredes e infiltram o andar de baixo para continuar pingando [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>E agora você vê<br />
o estrago de suas reduções<br />
trabalha o barro n&#8217;água<br />
para novos artesanatos<br />
acompanha a areia<br />
em ritmo de mar<br />
e como grandes aeroportos<br />
limpa vidraças na despedida</p>
<p>não é possível saber<br />
a família dos pingos<br />
que inundam seu banheiro<br />
mancham as paredes<br />
e infiltram o andar de baixo<br />
para continuar pingando</p>
<p>a gravidade não hesita<br />
ao empurrar os dias<br />
contra o corpo<br />
eles descem como nós<br />
as escadarias da neblina</p>
<p>e agora você vê<br />
seus pequenos holocaustos<br />
pedem água<br />
essa que transborda<br />
cumpre distâncias impossíveis<br />
fluxo de tempo úmido<br />
indizível.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>olhos abertos</title>
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		<pubDate>Tue, 31 Jul 2012 12:21:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lorenzo Ganzo Galarça</dc:creator>
				<category><![CDATA[INCRÍVEL HUMANIDADE]]></category>

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		<description><![CDATA[Os olhos abertos não fechados não são qualquer coisa que não lembrança. Apesar do escuro se vingar lembrando. Lembrança: a casa de vidro que embaça. Os olhos fechando qual cortina de espetáculo que acaba e sou eu o palhaço bobo que tropeça num giro deitando no palco.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os olhos abertos<br />
não fechados<br />
não são qualquer coisa<br />
que não lembrança.</p>
<p>Apesar do escuro<br />
se vingar lembrando.</p>
<p>Lembrança:<br />
a casa de vidro<br />
que embaça.</p>
<p>Os olhos fechando<br />
qual cortina<br />
de espetáculo que acaba<br />
e sou eu o palhaço<br />
bobo que tropeça num giro<br />
deitando no palco.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>EU FECHO OS OLHOS ANTES</title>
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		<pubDate>Sun, 01 Jul 2012 23:55:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lorenzo Ganzo Galarça</dc:creator>
				<category><![CDATA[INCRÍVEL HUMANIDADE]]></category>

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		<description><![CDATA[Eu fecho os olhos antes de apagar as luzes Apago a chama antes de riscar o fósforo e me rabisco todo antes de me corrigir Antecipar a falta nunca foi atenuar a dor das embarcações partindo Recolher antes da queda pétalas das mães e dos filhos Antecipar a falta nunca foi tentativa frustrada de redefinir [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eu fecho os olhos antes<br />
de apagar as luzes<br />
Apago a chama antes<br />
de riscar o fósforo<br />
e me rabisco todo antes<br />
de me corrigir</p>
<p>Antecipar a falta nunca foi atenuar<br />
a dor das embarcações partindo<br />
Recolher antes da queda<br />
pétalas das mães e dos filhos<br />
Antecipar a falta nunca foi tentativa<br />
frustrada de redefinir ausências<br />
pela negação desse meu planeta<br />
girando</p>
<p>Que teu avião ultrapasse a curva<br />
Que tuas ideias evaporem<br />
Que todos os teus cavalos corram livres<br />
nos campos que ainda são sementes<br />
Que eu não construa represas a tua inundação<br />
Que meu livro termine<br />
Que minha música se interrompa em navalha<br />
Que meus mil e duzentos proletários ludistas<br />
não emperrem a máquina do mundo<br />
Que eu não cobre a vida que não é minha<br />
nem nunca foi</p>
<p>Que meus amores não vivam no futuro<br />
e que meus futuros filhos<br />
me façam nascer de novo.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>pegadas</title>
		<link>http://www.argumento.net/colunas/humanidade/pegagas/</link>
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		<pubDate>Sun, 29 Apr 2012 23:13:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lorenzo Ganzo Galarça</dc:creator>
				<category><![CDATA[INCRÍVEL HUMANIDADE]]></category>

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		<description><![CDATA[Não é sobre isso é o boato que escuto na voltinha do fêmur que se espalha chovendo cidade inteira Não pense que é sobre você dizendo por dentro da terra coisas como é minha mudança de pele, darling wait and see através da janela enquanto me acertas errando. Falsificas a arqueologia das pegadas cobres com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não é sobre isso<br />
é o boato que escuto<br />
na voltinha do fêmur<br />
que se espalha chovendo<br />
cidade inteira</p>
<p>Não pense que é sobre você<br />
dizendo por dentro da terra coisas como<br />
é minha mudança de pele, darling<br />
wait and see<br />
através da janela enquanto<br />
me acertas errando.</p>
<p>Falsificas a arqueologia das pegadas<br />
cobres com terra meu sítio<br />
foges te procurando<br />
e não me encontras na mesma sala</p>
<p>É tão sobre você<br />
que sou eu<br />
púrpura nuvem que avança<br />
violentamente<br />
suave.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Auscultações</title>
		<link>http://www.argumento.net/colunas/humanidade/auscultacoes/</link>
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		<pubDate>Mon, 19 Mar 2012 18:57:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lorenzo Ganzo Galarça</dc:creator>
				<category><![CDATA[INCRÍVEL HUMANIDADE]]></category>

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		<description><![CDATA[Não deixei de te procurar nas esquinas das molduras descosturo feridas dos afrescos romanos removo as camadas de tinta como quem esculpe a cutícula antigo lagarto verde ao sol Se por acaso ignorei o interior dos ovos é porque dentro encontraria a nação chinesa e seus bilhões de raios de sol roubados reclinaria cego e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não deixei de te procurar<br />
nas esquinas das molduras<br />
descosturo feridas dos afrescos romanos<br />
removo as camadas de tinta<br />
como quem esculpe a cutícula<br />
antigo lagarto verde ao sol</p>
<p>Se por acaso ignorei o interior dos ovos<br />
é porque dentro encontraria a nação chinesa<br />
e seus bilhões de raios de sol roubados<br />
reclinaria cego e sem sucesso<br />
talvez escutasse música</p>
<p>Também vasculho dentro dela<br />
nos meios-tons, nas viradas de bordo abruptas<br />
trovoadas de tonalidades<br />
transbordamos dentro do silêncio<br />
deixando o vento inflamar a espera<br />
e antecipar todos os pombos-correio.</p>
<p>Se não pudermos lidar com o esquecimento<br />
que nossos filhos nos esqueçam<br />
canoas abandonadas à terceira margem<br />
mercenários da legião estrangeira<br />
dentaduras duras do tempo</p>
<p>ou quem sabe<br />
pêssegos e romãs<br />
despencando<br />
cordilheira acima.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>curvo as pálpebras</title>
		<link>http://www.argumento.net/colunas/humanidade/curvo-as-palpebras/</link>
		<comments>http://www.argumento.net/colunas/humanidade/curvo-as-palpebras/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 26 Feb 2012 19:58:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lorenzo Ganzo Galarça</dc:creator>
				<category><![CDATA[INCRÍVEL HUMANIDADE]]></category>

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		<description><![CDATA[curvo as pálpebras e continuo com os olhos aqui nestas mesmas crateras de carne orbitando cada vez mais perto do centro. cortamos o tronco da Sequóia pelo acanhamento de dobrar as pernas não como o prelúdio do salto ou instruções do ballet clássico ou as aulas de aeróbica nas terças-feiras minha partitura é o recolhimento [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>curvo as pálpebras<br />
e continuo com os olhos aqui<br />
nestas mesmas crateras de carne<br />
orbitando cada vez mais perto<br />
do centro.</p>
<p>cortamos o tronco da Sequóia<br />
pelo acanhamento de dobrar as pernas<br />
não como o prelúdio do salto<br />
ou instruções do ballet clássico<br />
ou as aulas de aeróbica nas terças-feiras</p>
<p>minha partitura é o recolhimento<br />
os tons do inverno<br />
a expansão da cama<br />
o vácuo nas ataduras da múmia. </p>
<p>quem sabe isso não seja<br />
uma boa saída<br />
a cada dia depositar<br />
tal qual cofrinho de porco norte-americano<br />
em caixinhas mínimas<br />
um bocadinho de vida</p>
<p>levarei cerca de oitenta dias<br />
me socorrendo.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>cruzaríamos o Pacífico</title>
		<link>http://www.argumento.net/colunas/humanidade/cruzariamos-o-pacifico/</link>
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		<pubDate>Fri, 03 Feb 2012 12:47:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lorenzo Ganzo Galarça</dc:creator>
				<category><![CDATA[INCRÍVEL HUMANIDADE]]></category>

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		<description><![CDATA[cruzaríamos o Pacífico não fossem as rotas alteradas e as dorsais pontiagudas das palavras. em arquipélagos deixaríamos nossa bagagem não fossem as ataduras da pele e suas esquinas imóveis ou a pontuação ártica de nossos chakras. reduziríamos à estepe-superfície todas as florestas equatoriais dos cílios não fossem os grãos de deserto guardados dentro dos bolsos. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>cruzaríamos o Pacífico<br />
não fossem as rotas alteradas<br />
e as dorsais pontiagudas das palavras.<br />
em arquipélagos deixaríamos nossa bagagem<br />
não fossem as ataduras da pele<br />
e suas esquinas imóveis</p>
<p>ou a pontuação ártica<br />
de nossos chakras.</p>
<p>reduziríamos à estepe-superfície<br />
todas as florestas equatoriais dos cílios<br />
não fossem os grãos de deserto guardados<br />
dentro dos bolsos.</p>
<p>enquanto isso<br />
façamos o trabalho que não nos leva<br />
a ponto algum do globo.<br />
rolha flutuante<br />
do ano novo passado.</p>
<p>costurar os retalhos das nuvens<br />
em um grande lençol que cubra o tempo<br />
enquanto o seu lobo não vem.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>inexatas as estrelas</title>
		<link>http://www.argumento.net/colunas/humanidade/inexatas-as-estrelas/</link>
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		<pubDate>Sat, 07 Jan 2012 00:34:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lorenzo Ganzo Galarça</dc:creator>
				<category><![CDATA[INCRÍVEL HUMANIDADE]]></category>

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		<description><![CDATA[Não seriam inexatas as estrelas se meus olhos fossem máquinas de encurtar distâncias quem diria são o contrário empilhadeiras de desertos seus grãos em navios asiáticos rabiscando rotas exatas em minha cartografia torta. Me acostumei a trocar de endereço para aumentar o preço dos selos das cartas quanto mais caros mais vivas as cores Mas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não seriam inexatas as estrelas<br />
se meus olhos fossem<br />
máquinas de encurtar distâncias<br />
quem diria<br />
são o contrário<br />
empilhadeiras de desertos<br />
seus grãos em navios asiáticos<br />
rabiscando rotas exatas<br />
em minha cartografia torta.</p>
<p>Me acostumei a trocar de endereço<br />
para aumentar o preço dos selos das cartas<br />
quanto mais caros<br />
mais vivas as cores</p>
<p>Mas meu desejo sempre foi<br />
talvez por causa do medo<br />
viver em apartamentos de um quarto<br />
cozinha-sala e banheiro<br />
tudo perto<br />
sem porta dos fundos<br />
cheio de aquarelas. </p>
]]></content:encoded>
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		<title>exercício sobre a saudade</title>
		<link>http://www.argumento.net/colunas/humanidade/exercicio-sobre-a-saudade/</link>
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		<pubDate>Fri, 23 Dec 2011 01:40:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lorenzo Ganzo Galarça</dc:creator>
				<category><![CDATA[INCRÍVEL HUMANIDADE]]></category>

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		<description><![CDATA[Eu quero todo o troco da minha vida em balas coloridas inverter a gravidade por momento subir o morro com meu carrinho rolimã rolaram as maçãs do teu rosto em minha boca o sol esquenta essa cidade e me coloca a esperar a colheita de tua estação.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eu quero todo o troco da minha vida<br />
em balas coloridas<br />
inverter a gravidade por momento<br />
subir o morro com meu carrinho rolimã<br />
rolaram as maçãs<br />
do teu rosto em minha boca<br />
o sol esquenta essa cidade<br />
e me coloca a esperar a colheita<br />
de tua estação.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>abandono</title>
		<link>http://www.argumento.net/colunas/humanidade/abandono/</link>
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		<pubDate>Fri, 02 Dec 2011 23:59:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lorenzo Ganzo Galarça</dc:creator>
				<category><![CDATA[INCRÍVEL HUMANIDADE]]></category>

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		<description><![CDATA[Assim como o pássaro não abandona o ninho e os filhos durante a tempestade forte eu não abandono meu olhar fixo na janela que dá pra rua à espera do teu carro a roda da bicicleta teu cadarço solto amarrado nas ruas sinal de fumaça carta perdida disco voador travado na vitrola da minha boca.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Assim como o pássaro não abandona<br />
o ninho e os filhos durante<br />
a tempestade forte</p>
<p>eu não abandono meu olhar fixo<br />
na janela que dá pra rua<br />
à espera do teu carro<br />
a roda da bicicleta<br />
teu cadarço solto<br />
amarrado nas ruas<br />
sinal de fumaça<br />
carta perdida<br />
disco voador travado<br />
na vitrola da minha boca.</p>
]]></content:encoded>
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